Não tem coisa melhor do que relembrar os bons tempos. Pensando nisso, a Itubaína, que esteve com você desde sempre, lançou este blog retrô onde você vai poder resgatar as músicas que fizeram história e ficar por dentro do que rola de mais interessante no mundo da música. Acompanhe também a Rádio Retrô e experimente a sensação de voltar no tempo.
Billy Corgan, vocalista e líder da banda Smashing Pumpking, anunciou em seu site oficial que procura um novo baixista e tecladista. A decisão foi tomada após a saída da baixista Girger Pole, que se afastou da banda para cuidar de sua nova filha. A busca por novos integrantes será feita por uma audição pública semelhante ao processo de escolha do baterista Mike Byrne, que juntou o grupo no ano passado.
Segundo o comunicado, a banda teve muita sorte em achar o novo baterista por meio da audições. “Então, por que não abrir as portas de novo para qualquer um que tiver interesse em ser baixista ou tecladista da banda?”, disse Corgan.
Os interessados devem mandar seu currículo, com fotos e vídeos de apresentações, até 31 de março para para: pumpkinsbass@gmail.com (para os baixistas) ou pumpkinskeys@gmail.com (para os tecladistas).
O artista Ze Frank desenvolveu um programa que comanda pela voz a direção do pincel para formar um desenho, utilizando do microfone do seu computador para desenhar figuras variadas. Agudos altos fazem a linha girar pra esquerda, tons médios fazem a linha ir reto e tons grossos fazem a linha ir para a direita. Esses são alguns exemplos de desenhos com músicas famosas:
Sua inspiração para desenvolve essa brincadeira veio do vídeo “Messa di Voce”, de Golan Levin e Zachary Lieberman, onde os artistas desenvolvem um trabalho gráfico em uma tela branca utilizando da mesma técnica de voz.
Há 13 anos, no dia 9 de março de 1997, morria assassinado um dos mais célebres rappers norte-americanos da década de 90: Notorious B.I.G. Em sua polêmica e curta carreira envolvendo fama, dinheiro, drogas e brigas entre gangues de rappers, Christopher George Latore Wallace foi morto aos 24 anos com quatro tiros no peito logo após sair do 11° Annual Soul Train Music Awards, em Los Angeles.
Notorious B.I.G nasceu no dia 21 de maio de 1972, na cidade Nova York, e, assim como milhares negros vindo de pobres subúrbios, foi marginalizado pela sociedade norte-americana. Filho de pais jamaicanos divorciados, B.I.G começou a vender drogas aos 12 anos; aos 17 abandonara a escola para seguir a vida do crime. Entre seus delitos, B.I.G foi preso diversas vezes, tendo ficado 9 meses preso após ser atuado traficando crack e cocaína nas ruas de North Carolina.
Apesar da vida de traficante, outra paixão o guiava por caminhos ainda mais promissores para um jovem segregado: o rap. Após ser solto, B.I.G gravou em casa uma fita demo sob o nome de Biggie Smalls - uma referência a sua infância e grande estatura – e ganhou certa relevância na cena local. Em 1992, após quase dois anos de diversas atuações no cenário hip hop underground de Nova York, o produtor Sean “Puffy” Combs se interessa pela composições do rapper e no mesmo dia o contrata para sua gravadora, a Bad Boy Records.
Já com o nome de Notorious B.I.G, o rapper ganha grande exposição com o remix Real Love, de Mary J.Blige, alcançando número 7 na lista Hot 100 da Billboard. Era o começo de um sucesso estrondoso. Em setembro de 1994, B.I.G lança seu aclamado primeiro álbum, Ready to Die, batendo a 13° posição da lista Billboard 200 e ganhando quatro discos de platina, com hits como Big Poppa, Juicy e One More Chance. Em 1995, seis grandes prêmios coroam B.I.G como um dos maiores rappers da década: artista rap do ano e single do ano, com One More Chance, pela Billboard Music Awards; e revelação do ano, álbum do ano, compositor do ano e apresentação ao vivo do pela revista de hip hop Source.
Após anos de sucesso da cena hip hop da costa oeste norte-americana, Notorious B.I.G volta a colocar o rap da costa leste em destaque, causando certo mal-estar entre as duas cenas. Ainda em 1995, o rapper Tupac, associado à cena da costa oeste, acusa B.I.G e seus companheiros de serem os principais envolvidos em um assalto que o feriu com tiros no dia 30 de novembro de 1994.
B.I.G e Tupac ainda como parceiros, em 1993
A partir daí, a disputa sobe aos palcos. Em julho de 1996, Tupac lança Hit ‘em Up, em que explicitamente afirma ter se relacionado com a cantora Faith Evans, mulher de B.I.G. Do outro lado, B.I.G se mantém calado, alegando que esse tipo de resposta não é seu estilo. A briga entre os dois lados fica ainda pior quando, em setembro de 1996, Tupac sofre um emboscada em Las Vegas e é seriamente ferido com diversos tiros. O rapper morre seis dias depois e um clima de guerra é instaurado. Apontado como o principal mandante do crime, B.I.G nega envolvimento alegando estar em Nova York gravando seu próximo disco.
Seis meses depois, Tenacious B.I.G sofria uma semelhante emboscada e é assassinado duas semanas antes do lançamento do seu segundo álbum, Life After Death. O disco é aclamado como um dos mais influentes álbuns de hip hop da história, com mais de 25 milhões de cópias vendidas, disco de diamante e está presente em listas como “Os 500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos”, da revista Rolling Stone; “Os 100 Melhores Álbuns de Hip Hop de Todos os Tempos”, da revista The Source; e “Disco do Ano”, por revistas internacionais como Spin, Village Voice, Face e Q.
Os dois crimes, assim como seus culpados, nunca foram esclarecidos. E o hip hop continua sentir a falta de dois grandes nomes do gênero. Confira abaixo por que B.I.G foi e ainda é para muitos, um dos maiores nomes do rap mundial! Playlist – Notorious B.I.G. by Itubaina Radio Retro
O British Film Institute acaba de restaurar um tesouro do cinema preto e branco: a versão de 1903 de “Alice in Wonderland”, dirigido na época por Percy Stow e Cecil Hepworth, obra original do escritor Lewis Carroll. Dos doze minutos iniciais, pouco mais de oito sobreviveram a esses mais de 100 anos de arquivamento.
A ficção ficou muito famosa e ganhou outras versões tanto em vídeo como em livro.
Enquanto lá nos Estados Unidos a estréia de Tim Burton já bateu todos os records de números, arrecadando US$116,3 milhões no seu final de semana de estréia. E por aqui continuamos aguardando ansiosamente o novo remake que está marcada para o dia é 23 de Abril.
Ji Lee é um designer coreano que cresceu no Brasil, foi para NY estudar e hoje é director criativo do Google Creative Labs. Nas horas vagas, ele cria projetos intrigantes. Além do case muito criativo para o New Museum de NY, Lee também executou o projeto com a proposta de colocar miniaturas presas ao teto, instigando uma nova perspectiva de olhares. “As pessoas enchem o chão de suas casas com móveis e paredes com pinturas e fotos. Elas não olham mais para o teto de suas casas. É um lugar morto. Então eu quis trazer uma atenção para esse espaço. Também gosto da idéia de que existe, de alguma forma, um mundo paralelo que coexiste com o nosso”, diz Lee.
Seu trabalho é simple e intrigante. Vale a pena dar uma conferida:
O Moma (The Museum of Modern Art em New York) está recebendo a exposição do incrível Tim Burton. A exibição explora toda a série de seus trabalhos criativos, traçando sua imaginação visual desde seus desenhos precoces de infância até seus trabalhos maduros com filmes. Traz mais de 700 exemplos de raridades ou até trabalhos nunca vistos antes como: pinturas, desenhos, fotografias, trabalhos com imagens, arte de conceito, stryboards, fantoches, maquetes, fantasias . Além da passagem cinematográfica de filmes como “Edward Mãos de Tesoura”, “O Estranho Mundo de Jack”, “Ed Wood”, “Batman”, “Marte Ataca!” e “Beetlejuice”; e projetos pessoais inexperientes e não realizados, mas que revelam seu talento nato como artista, ilustrador, fotógrafo e escritor no espírito do Surrealismo Pop.
O filme a seguir mostram Burton contando um pouco mais de sua história, suas sensações e pensamentos. Sobre sua exposição no Moma e seu mais novo filme: “Alice no País das Maravilhas”.
Quem nunca pisou na bola que atire a primeira pedra. Mas a diferença entre reles mortais e famosos é que nossas vaciladas não ganham destaque internacional. Confiras as fotos de alguns músicos quando foram presos.
Axl Rose
Vocalista do Guns n’ Roses, Axl Rose foi preso em 1998 na cidade de Phoenix, Arizona, após agredir verbalmente um funcionário do Aeroporto Sky Harbor que tentava revistar sua bagagem. Axl mostou uma “banana” para o inspetor e foi indiciado por distúrbio à paz.
Johnny Cash
A lenda country, Johnny Cash foi preso em 1965, no Aeroporto Internacional de El Paso, quando agentes de polícia acharam em sua bagagem centenas de tranqüilizantes e anfetaminas. Cash, que voltava de Juarez, no México, passou a noite na cadeia e foi liberado, mas sem antes pagar uma fiança de mil dólares.
Frank Sinatra
Galanteador e romântico, o cantor Frank Sinatra foi preso em 1938 pelo xerife da pequena cidade de Bergen County, no estado de New Jersey, sob a acusação de manter relação com uma mulher casada. Logo após, a sentença foi mudada para adultério e, posteriormente, revogada.
Kurt Cobain
Desde jovem, o vocalista do Nirvana, Kurt Cobain, já causava bagunça. Em maio de 1989, a polícia de Aberdeen, em Washington, o prendeu por invasão de propriedade enquanto bêbado. Um ano antes, o músico também foi atuado; desta vez por vandalismo.
Ozzy Osbourrne
O comedor de morcegos e roqueiro, Ozzy Osbourne foi preso em maio de 1984 por policiais da cidade de Memphis por “intoxicação pública”. Segundo relatos da polícia, Ozzy estava bêbado como um gambá quando foi atuado causando confusão na rua Beale.
Sucessos de Renato Russo e Legião Urbana viraram animação, e a primeira música a ganhar vida foi “Eduardo e Mônica”. Quem tomou conta de criar as cenas para essa famosa história foi o ilustrador Leonardo Amaral, também conhecido como Peixe Aquático. Sua animação casou muito bem com a música e ainda ganhou toque de humor.
Outro sucesso a ser transformado em desenho foi “Faroeste Cabloco”:
O dia das mulheres não é somente dia 8 de março, e sim todos os dias. E como sabemos disso reunimos homenagens à elas que se eternizaram em forma de música.
Separamos uma lista com as 10 melhores músicas dos Beatles, inspiraradas (bem ou mal) em 10 musas da vida desses homens:
1- Prudence de “Dear Prudence” era irmã de Mia Farrow .
2- Lucy, de “Lucy in the Sky with Diamonds”, era uma amiga de escola do filho de Paul, sempre retratada pelo menino em um céu de diamantes.
3- Sadie, de “Sexy Sadie” foi composta para Maharishi Mahesh, que conta sua história de amor com suas discípulas.
4- Martha, de “Martha My Dear“, era a cadelinha de Paul McCartney.
5- Não se sabe na verdade quem era “Eleanor Rigby“. Há boatos de que a musa da música realmente existiu. Outros boatos dizem que foi uma junção de dois nomes importantes para o grupo: Rigby (nome de uma loja britânica) e Eleanor (mulher que trabalhou com o grupo em Help!).
6- Pam, de “Polythene Pam”, era uma fã da banda.
7- A canção “Julia” foi composta para a mãe do John que faleceu em um acidente de carro quando ele tinha 17 anos.
8- A Rita de “Lovely Rita” foi uma guarda de trânsito que multou Paul.
9- Melanie Coe serviu de inspiração para a música “She’s Leaving Home” , de Paul, logo após ler uma notícia de que ela havia fugido da casa dos pais sem explicação.
10- “Michelle” da música homônima também foi a musa de um integrante da banda.
E para completar, uma playlist com essas 10 canções especialmente selecionadas! Não deixe de conferir.
Parabéns a todas as mulhers do Brasil e do mundo, desejamos muita felicidade e sucesso não só neste dia, mas em todos os outros 364 do ano!!!
Não é a toa que o curta Logorama recebeu na noite de ontem a estatueta de Melhor Curta-Metragem de Animação em 2010. O filme é genial, e mostra uma caótica cidade num universo alternativo de L.A. onde pessoas, veículos e prédios são representados por logomarcas. O vilão principal da trama é Ronald McDonald, que trava uma perseguição policial com os oficiais Michelin. Não deixa de ser uma crítica à cultura consumidora dos americanos e faz referência ao método chamado détournement, que é algo como uma paródia satírica, onde a criação original tem sentido oposto à sua nova versão, usando as marcas contra elas mesmas.
Produzido pela compania de design H5 (François Alaux, Hervé de Crécy e Ludovic Houplain), da França, tem 16 minutos e reune mais de 3 mil marcas.